Abstract:CONGRATULATIONSto all women, who nowadaysreconcilethe
role of mother, daughter, wife, professional,
and in the case ofathletes, still find timeto train, even with all therush of day-to-day. TrueWarrior! It isnoteasy!
Um pouco de história!
A
criação do “Dia Internacional da Mulher” surgiu nos primeiros anos do Século XX
dentro do contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra
Mundial, quando ocorreu a incorporação da mão de obra feminina, em massa, pela
indústria.
Celebrado
no dia 08 de março, a ideia nasceu a partir das manifestações de mulheres dos
Estados Unidos e Europa, especialmente na Rússia, que naquela época lutavam por
melhores condições de vida, trabalho e pelo direito ao voto.
Em
1975, foi designado pela ONU como o “Ano Internacional da Mulher”. Em dezembro
de 1977, foi incorporado ao calendário mundial o “Dia Internacional da Mulher”
como forma de lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas delas.
Atualmente,
a celebração do “Dia Internacional da Mulher” perdeu parcialmente o seu sentido
original, adquirindo um caráter mais festivo e comercial. Nessa data, as funcionárias
costumam receber rosas vermelhas ou pequenos mimos.
Imagem 1. Operárias posam para uma foto.
De
qualquer forma, de lá para cá, o movimento em torno da emancipação das mulheres
ganhou forma e ficou cada vez mais robusto. Hoje é inegável, a importância do
papel da mulher na sociedade moderna. Por isso, o nosso reconhecimento.
PARABÉNS a todas as mulheres, que hoje
conseguem conciliar o papel de mãe, filha, esposa, profissional e, no caso das
corredoras, ainda encontram tempo para treinar e levar uma vida de atleta,
mesmo com toda a correria do dia-a-dia. Vocês são verdadeiras Guerreiras! Não é
fácil não!
Por
falar em corrida, um dado interessante vale a pena ser acrescentado: somente em
São Paulo, mais de 30 mil mulheres entraram para o circuito de corridas neste
ano. Entretanto, apesar da participação feminina em corridas de rua estar
aumentando a cada ano, a maioria esmagadora dos participantes ainda são de
homens (70%). O que ocorre em São Paulo, com certeza reflete no restante do
país!
Portanto,
ainda há um grande espaço para ser conquistado por essa massa de guerreiras!
Mais
uma vez, Parabéns e boas corridas para vocês!
Abstract:Includebridgesin racingisalmosta recipe for success,due to thepositive impact onthe landscapeandon the experienceof the race.Thisis one of therecipes for successofthe Meia Maratona CAIXA de Brasília (Brasilia BridgesHalf Marathon), besides itsexcellentlevel of organization.The racehas requirementstobeconsidered one of theunmissableeventsof Brazil.
Realizar
corridas de rua que incluam no percurso uma ou duas pontes é quase que uma
receita de sucesso, devido ao impacto positivo sobre o cenário e sobre a
própria experiência da corrida. Esta experiência é uma das receitas de sucesso
da Meia Maratona CAIXA das Pontes de
Brasília, além de seu excelente nível de organização. A corrida possui
requisitos para ser considerada uma das provas imperdíveis do Centro-Oeste e,
talvez, até mesmo do Brasil.
Imagem 1. Meia Maratona CAIXA das Pontes (Ponte JK - Brasília-DF)
Antes
de qualquer coisa, é bom que não se confunda a Meia das Pontes, realizada em Brasília, com a Corrida da Ponte Niterói - Rio de Janeiro ou a Corrida das Pontes, que ocorre em Recife. Estes são três eventos distintos
e realizados em datas e locais diferentes, além de terem organizadores e percursos
também diferentes.
Vejam
outros detalhes na tabela abaixo.
PROVA
DATA
LOCAL
ORGANIZAÇÃO
ATLETAS
PERCURSO
1ª EDIÇÃO
Meia das Pontes
24/02
Brasília - DF
MKS / LATIN SPORTS
1.200
21,1 km
2009
Corrida da Ponte
19/05
Niterói – Rio de Janeiro (RJ)
DREAM FACTORY / SPIRIDON
18.000
21,4 km
1981
Corrida das Pontes
31/03
Recife - PE
JJS
6.000
10 km
2003
Recentemente,
uma revista especializada em corridas, apresentou uma matéria onde apresentou
15 provas realizadas em todo mundo com percursos ou largadas realizadas sobre pontes
famosas. Das listadas acima, a única citada foi a Corrida da Ponte Niterói - Rio
de Janeiro, por motivos mais do que óbvios.
Lembre-se
que o percurso dela não passa sobre uma ou duas pontes. Ela é quase que
exclusivamente disputada sobre uma única ponte, a famosa Ponte Rio - Niterói, que
possui aproximadamente 13 km de extensão. Portanto, uma corrida repleta de
desafios e especial na categoria.
Imagem 2. Corrida da Ponte (Niterói - Rio de Janeiro)
Imagem 3. Corrida das Pontes em Recife (A "Veneza" brasileira)
Outra
corrida brasileira importante, citada na matéria, foi a “10 Milhas Garoto”, cujo percurso passa sobre uma ponte de 3,3 km de
extensão, construída em 1989 e que liga a cidade de Vitória a Vila Velha.
Imagem 4. 10 Milhas Garoto
Neste
artigo, as provas de Brasília e de Recife não foram sequer citadas e com razão.
A prova de Brasília ainda é muito jovem e está apenas em sua quarta edição. Ainda
há muito que crescer, especialmente no quesito tradição e número de
participantes, uma vez que em se tratando de organização, a Meia das Pontes de
Brasília, não deixa nada a desejar. Quem acompanhou os relatos negativos do que
aconteceu durante a “10 Milhas Garoto” realizada no ano passado, sabe do que
estamos falando.
Voltemos
à Meia das Pontes de Brasília. Vejamos o que ela tem de especial. A experiência
favorável do ano passado justificou nossa participação nesta edição do evento. A
prova é uma excelente opção para que os atletas acostumados a correr os 21 km
inaugurarem seu calendário de corrida, especialmente se eles estiverem retomando
a temporada de treinos.
A
largada nesse ano foi um pouco diferente do ano passado. Ela não ocorreu dentro
das dependências do Pontão do Lago Sul, mas sim um pouco antes da Ponte JK,
após o que os atletas se encaminharam para a Avenida das Nações (L-4), circularam
por dentro do setor de clubes, a partir de onde cruzaram a nova Ponte JK e
retornaram ao Pontão, pelo Lago Sul.
Como
a própria organizadora aponta, o percurso é considerado por todos como sendo um
dos mais belos de Brasília. Nesta prova, o atleta corre ao lado de vários
cartões postais da cidade, tendo como companhia o Lago Paranoá. Sem dúvida, uma
experiência de corrida muito interessante.
No
entanto, não espere por uma corrida fácil. O percurso é muito exigente em
termos de altimetria, pois não é nada plano. Aliás, para quem não conhece essa
região do país, o que inclui a cidade de Goiânia, quase nada é plano. Por aqui,
quando não se está subindo, se está descendo.
Imagem 5. Altimetria da Meia Maratona CAIXA das Pontes
O
percurso é repleto de subidas e descidas, o que não deixa de ser um dos diferenciais
da prova. Portanto, não conte muito com uma possível quebra de recorde pessoal,
salvo se você estiver muito bem preparado.
A
segunda metade do percurso, que coincide justamente quando se cruza a Ponte JK,
pode ser considerada a parte mais difícil. O atleta encontra nesta etapa da
prova uma sequência quase que interminável de longas subidas, não muito
inclinadas, é verdade, mas difíceis de serem concluídas. Um verdadeiro tobogã.
Nesta edição foi comum encontrar atletas não tão bem preparados para o desafio,
caminhando ou necessitando de algum tipo de ajuda.
Porém,
ao finalizar, já no quilômetro final, os atletas encontram forças e conquistam um
verdadeiro alívio. De onde se pode concluir que todo o esforço valeu muito a
pena!
De
maneira geral, a experiência de corrida foi muito positiva. A organização do evento
foi impecável em muitos quesitos, como por exemplo:
Estrutura de
excelente qualidade: tendas de hidratação, banheiros químicos, a presença de
ambulância e apoio médico em todo o percurso. Seguro de vida para os atletas,
tenda de massagem, frutas, isotônico, guarda volumes.
O kit do
atleta, como de praxe, composto pelo número de peito de uso obrigatório,
camiseta de poliamida, toalha, meia de perfomance e medalha de participação
para quem completasse a prova.
Largada tranquila
e pontual, às 07h30min da manhã.
Postos de
hidratação colocados rigorosamente a cada 3 km (água e isotônico).
Placas intercaladas
pelo percurso, sinalizando a quilometragem percorrida pelo atleta.
Percurso muito
bem sinalizado, com cones e disposição de staffs
ao longo do mesmo.
Mas,
com certeza, eventos dessa natureza, sempre tem algo para melhorar. Neste ano,
muitos corredores reclamaram do preço cobrado pela inscrição (R$90,00), um
valor elevado. Esse fato motivou um ou outro atleta a se manifestar contra e
correr como pipoca, apesar do que, é de considerar uma loucura correr 21 km
como pipoca, somente para protestar. Outro ponto de melhoria está na escolha da
cor da camiseta do evento. Neste ano, a cor escolhida foi preta, o que não é
muito apropriada para atividades realizadas sob a luz do sol.
Não
faz sentido, a organização ter o apoio de patrocinadores tão fortes como a “CAIXA”,
que investe fortemente no atletismo e cobrarem um valor desses para correr e deixarem
de atender uma antiga reinvidicação dos atletas: realizar uma premiação por faixas etárias, nem que seja somente por
troféus.
Com
certeza, esse é um ponto de alto impacto e que estimularia uma maior
participação. Certamente, seria um dos caminhos para se tornar uma das corridas
realizadas em pontes famosas e, talvez, até mesmo uma prova imperdível. Fica aí
a sugestão.
Por
outro lado, a organização reconheceu e premiou os 10 primeiros atletas colocados
na classificação geral (masculino/feminino). Além disso, como estímulo aos
atletas amadores, um ponto muito positivo, foi o reconhecimento que a organização
proporcionou para os 100 primeiros atletas amadores que cruzassem a linha de
chegada. Assim, os atletas TOP 100 foram recebidos com uma medalha especial.
Sem dúvida, um excelente estímulo à perfomance.
Imagem 6. Medalha TOP 100
Imagem 7. Cerimõnia de premiação na categoria feminino.
Acreditamos
que uma boa prova não é a mais fácil, mas sim aquela que o desafia enquanto
atleta. Apesar da dificuldade técnica do percurso, a Meia das Pontes de
Brasília é uma corrida e tanto. É uma prova ainda jovem e possui muito espaço
para crescer.
Voltamos
a repetir, ela não possui a rapidez da Golden Four de Brasília, nem a
beleza cênica da Meia do Rio ou das Cataratas. Entretanto, é bonita e bem
organizada. Percorrer com segurança os 21 km por entre as áreas mais nobres da
Capital Federal (os belos prédios, as embaixadas e mansões) e, tendo ainda como
pano de fundo, o Lago Paranoá é, de fato, algo bem estimulante.
Curtam abaixo o vídeo da largada:
Vídeo 1: 4a Meia CAIXA das Pontes: Largada e parte do percurso.